Resposta às perguntas Frei Clemente Rojão

Liga dos Blogueiros Católicos


O Frei Clemente Rojão ainda tem dúvidas de que os membros da Liga de Blogueiros Católicos o lêem. Não só o lemos, como a Viviane gostou muito do título de um dos artigos dele sobre a polêmica com o padre Fábio de Melo (“Peidei, mas não fui eu…”) e o Diogo citou seus quatro artigos no artigo em que resumia e comentava esta mesma polêmica.

Agora, o Frei faz à Liga uma série de perguntas sobre o cenário cultural e político do país. Perguntas deveras pertinentes! Só que nós da Liga tememos que, por tratar de assuntos que estão bem acima do nível de interesse geral dos brasileiros – católicos inclusos, infelizmente – responder de modo completo no programa, como as perguntas merecem, poderia tornar o episódio do programa muito prolixo, o que foge um pouco da proposta do hangout. A sugestão então foi responder em forma de artigo. No próximo programa a Liga fará referência ao artigo do Frei e ao artigo de resposta para que todos os espectadores tenham acesso ao que foi dito pelos dois lados. As perguntas do Frei são as seguintes (em “Roxo Quaresma” como ele postou em seu blog):

O ano de 2013 foi marcado pela quebra da espiral do silêncio do pensamento político conservador no Brasil, com o lançamento (e sucesso) dos livros de Lobão (Manifesto), Olavo de Carvalho (O Mínimo), Rodrigo Constantino (Esquerda Caviar) e Villa (Década Perdida). Ainda que seja muito pouco comparado à hegemonia cultural e política esquerdista, toda jornada começa com o primeiro passo. Sabendo que a criação da hegemonia cultural precede a hegemonia política, e a que setores da Igreja foram historicamente fundamentais na construção deste hegemonia esquerdista, por mais contrafação que possa parecer.

A primeira pergunta é: Como, na prática, o pensamento católico conservador pode ajudar este esforço de quebra da hegemonia esquerdista no país?

O advento das obras políticas conservadoras citadas veio em muito boa hora para lembrar a todos os simpáticos ao conservadorismo que ainda temos intelectuais atentos ao cenário político. Todas contribuem excelentemente para fortalecer o nosso discurso, aperfeiçoando nossa retórica e nos munindo com dados para combater as falácias dos esquerdistas de todas as tribos. Entretanto, para virar o jogo, não basta ser hábil em estapear os adversários porque o público da luta – os cidadãos comuns, que não militam – está de tal modo entorpecido por décadas de marxismo cultural que se encontra num estado de obtusidade mental desfavorável à apreciação da nossa argumentação. Urge, portanto, que o encanto seja quebrado; foi pela (má) cultura que o povo foi estragado e por ela deve ser conduzido à reeducação.

Nosso potencial intelectual precisa, portanto, voltar-se à produção cultural: literatura, dramaturgia, música, etc. Foi nesses campos onde os inimigos da moral cristã foram mais pródigos, está aí o exemplo recente do grupo “Porta dos fundos”. O elenco de artistas em plena atividade hoje, no Brasil, é composto por homens e mulheres que aprenderam a produzir material de propaganda ideológica anticristã desde o início dos seus estudos. Ocorre que eles aprenderam a fazê-lo com um nível razoável de qualidade – devemos atentar para isso também.

Precisamos produzir romances que, de forma atraente, apresentem os nossos valores! Por exemplo, uma aventura fantástica que instigasse nos adolescentes um sentimento de admiração pelo heroísmo pró-vida, com feminazis vilãs. Peças de teatro onde aconteça reversão do homossexualismo (se possível à força de interferência sacramental) ou a vitória de planos políticos conservadores contra políticos corruptos/esquerdistas. Promover grifes de vestimenta como a comercializada pelo “Veste Sacra” (vestesacra.com) e “São Camisas” (do membro da Liga Cristiano Ramos). Confeccionar artes plásticas embebidas da beleza sacra e dar-lhes visibilidade, etc.

Cabe fazer aqui uma “menção honrosa” ao novo diretor da Ed. Record, que teve a coragem de desafiar o mainstream editorial e apostar em um segmento ultra-patrulhado pelos “guerrilheiros de Facebook”. E esta aposta foi enormemente acertada, dado que todos os livros dessa linha estão esgotados em quase todas as livrarias físicas. O Alexandre mesmo, quando procurava pelo livro do Lobão recebia sempre a mesma resposta: “acabou. Estão todos atrás desse livro!”.

Na primeira metade do século XX, o pensamento católico foi não só influente como o motor do pensamento político católico conservador do país. Era a época gloriosa do Cardeal Leme, do Instituto Dom Vital, de Alceu Amoroso Lima, Gustavo Corção e tantos outros. É uma tal profusão de conteúdo cultural como essa que precisa ser revivida. Traduzir mais e mais Chesterton… Enfim, oferecer alternativas de qualidade, no nosso padrão de qualidade (mas que satisfaça o do público em geral) às lambanças publicadas aqui. Se conseguíssemos reproduzir esse movimento intelectual católico que já existiu, poderíamos contribuir e muito com essa quebra de hegemonia.

Um dos escritores mais presentes do blog Oficina de Valores vem estudando o pensamento social católico brasileiro, o que inclusive é o tema do doutorado dele na UFRJ. Ele manda bem demais da conta: Alceu, Corção, Sobral, Leme entre outros. Dois anos atrás o pessoal deste blog teve um Encontro de Intelectuais católicos. Teve palestra sobre vários desses, até sobre Pe. Penido entre outros. O Movimento de Vida Cristã que organizou.

Já conseguimos estabelecer uma posição de visibilidade com os nobres conservadores supracitados. O organizador de “Idiota”, o blogueiro Felipe Moura Brasil, bem como o Lobão e mesmo o Roger da “Ultraje a Rigor” serviriam como os comunicadores que chamariam a atenção para esse novo conteúdo artístico conservador a ser criado, despertando de imediato o interesse (ainda que pela desqualificação) até mesmo dos nossos adversários culturais.

Segunda pergunta: Quanto tempo levaremos, e como faremos, para que esta hegemonia seja quebrada no clero, especialmente no episcopado brasileiro?

Essa parte é um pouquinho mais complicada de se responder, pois não há um único fator responsável por esta hegemonia em meio ao clero.

O primeiro fator, o mais evidente e de longe o único que não devia interferir na independência de pensamento do clero, é que o pensamento do clero também é influenciado pelo quadro cultural e político do país, por pior que ele seja. Assim, se essa hegemonia for quebrada fora da Igreja, os membros da Hierarquia que apenas refletem esse quadro imaginando que a opinião da maioria é a mesma coisa que o bom senso, também refletiriam essa quebra de hegemonia, passando a aceitar a possibilidade da validade das idéias de direita e até mesmo tomar para si algumas destas ideias. Nós não saberíamos quanto tempo levaria para se efetuar essa mudança, mas seguindo a opinião dos estudiosos, no caso a do Olavo de Carvalho que é um dos principais estudiosos do assunto em questão, o intervalo de tempo entre o lançamento de idéias no meio intelectual e a sua adoção pela sociedade, inclusive como sugestão de ação política, é em torno de 30 anos. Foi mais ou menos esse tempo que levou desde a ocupação dos meios intelectuais pela esquerda no Brasil até as ondas de movimentos esquerdistas que preparam a ascensão da esquerda ao poder. Alguns de nós são até um pouco mais pessimistas que o Olavo de Carvalho: São trinta anos pra brotarem as ideias, tome mais vinte ou trinta para ser um projeto de poder viável, mas há uma série de fatores que podem ser catalisadores. Todos esses fatores são sangrentos…

Outros dois fatores quase tão decisivos quanto o primeiro, e que estão muito ligados entre si, são a qualidade da educação religiosa que se recebe nas paróquias e a qualidade da educação religiosa que se recebe no seminário, dado que o clero foi educado nas paróquias e nos seminários. Esses dois fatores são mais fáceis de mudar “de cima” do que “de baixo”. Se as ordens de mudança nestes dois lugares de ensino viessem de Roma e com pulso firme, em alguns anos elas já estariam se refletindo nas declarações públicas do clero. Mas se ela tiver que ser feita com uma mudança gradual da mentalidade do católico médio, causada pelas estratégias dos católicos conservadores e seus apostolados, poderia levar várias décadas e até séculos pra que isso acontecesse. Acontece que dentro da Igreja as mudanças são mais lentas, porque faz parte da natureza do católico ser resistente a mudanças. Aliás, graças a Deus que é assim! Esse é um dos mecanismos sociais de preservação da fé e da moral. Novamente, devemos olhar como a esquerda foi se tornando hegemônica dentro da Igreja, para ter uma idéia de como seria o processo inverso. Ora, desde os primeiros relatos de infiltrados dentro da Igreja com essa finalidade – os escritos do Cônego Roca, a Permanent Instruction of the Alta Vendita, etc. – até a atual hegemonia passaram-se dois séculos.

Aqui também deve ser feita outra menção honrosa: a dos padres que, como nós, leigos engajados, lutam por uma Igreja mais comprometida com seus reais valores. Esses caras serão a nossa esperança para a próxima geração de seminaristas. Só citando de passagem, temos o Pe. Paulo Ricardo, que inclusive é reitor de seminário, e o Pe. Demétrio, que também está na mídia. E nós, leigos engajados, não ficamos para trás, assumimos corajosamente o nosso papel de “chatos” apontando insistentemente para a tradição, mesmo contra a “jujubice” reinante.

Existem, é claro, outros fatores que influenciam o pensamento do clero, como sua educação familiar ou os rumos que seus estudos acadêmicos acabam tomando quando feitos sem cuidado, mas creio que o Frei não se refere a nenhum deles, por serem casos individuais.

Terceira – e a mais capciosa – pergunta: Como o atual pontificado pode ajudar ou atrapalhar o desenvolvimento deste pensamento no pais?

Por si mesmo, o pontificado do Papa Francisco não deve nem atrapalhar nem ajudar, simplesmente porque o foco do Papa atual não é a Guerra Cultural, como foi em boa parte o foco de Bento XVI e do final do pontificado de João Paulo II.

O problema é que os esquerdistas ainda gostam muito desse Papa, e algumas de suas declaração são ocasiões seriíssimas de os esquerdistas encherem o saco dos conservadores dizendo que “eles não pensam ou não agem de acordo com o Papa atual”, etc. Isso pode atrapalhar bastante o desenvolvimento deste pensamento no país, principalmente porque ao ver essas acusações dos esquerdistas, possíveis novos adeptos do pensamento conservador podem se sentir “melindrados”, temendo ficar contra o Papa. Um leitor d’O Catequista, se referindo à visão que os ateus têm do Papa Francisco, deu uma resposta ótima: “É o papa de quem eles adoram colocar palavras na boca”. O Papa Francisco é um gigante bondoso – um Gentle Giant… e os fdp’s vão colocar palavras na boca dele como fizeram com São Felipe Néri, São Tomás de Aquino e São Pio.

Contudo existe uma oportunidade a ser explorada, na medida que o Papa tem aberto de mansinho, mais portas para o pensamento católico. Ainda que na base da estética (só estética!) “jujuba”. É um belo início para a reversão do preconceito dos mais jovens contra todos os pensamentos que vem da Igreja.

Esperamos que este breve artigo tenha respondido à altura as questões do Frei Rojão. Se restar alguma dúvida, basta ele postar em seu próprio blog e ter certeza de que estaremos de olho.

Este artigo é uma produção coletiva da Liga dos Blogueiros Católicos.

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Pe. Fábio de Melo: Entre heresias e desculpas esfarrapadas


E quem diria que revmo. Pe. Fábio de Melo aprontaria mais uma das suas?! Um belo dia, ao acordar, enquanto estava se barbeando e antes de vestir suas caríssimas roupas de grife, o padre devia estar se admirando no espelho e pensando: “Poxa! Estou me sentindo abandonado pela mídia atualmente. Não sei mais o que fazer para aparecer… Ah! Já sei, sim! Vou ali na Gabi rapidinho dar uma entrevista e causar mais uns escândalozinhos!” Pois, não é possível! O cara precisa de muito planejamento (ou ser muito burro, apesar dos mestrados que o dito-cujo ostenta a seu favor!) para fazer uma patacoada tão grande com tão poucas palavras!

Me refiro – é claro! – à entrevista que o muito revdo. Padre concedeu à jornalista já há muito passada do ponto Marília Gabriela. Muitos católicos de verdade já se manifestaram sobre o petardo. Comento e recomendo brevemente, abaixo, aqueles que são mais próximos a mim.

Da Liga, como não podia deixa de ser, temos o post Padre Fábio de Melo: “foi sem querer querendo!” no blog O Catequista, escrito pela Viviane Varela. Inteligente, bem humorado e minucioso como sempre, este post contém as considerações básicas que todo católico mediano deve fazer nestas situações. Se é possível fazer apenas uma correçãozinha, é que a Viviane em certo momento, ao se referir à seguinte frase do pe. Favo de Mel: “Qual é a nossa fonte? É Jesus, a experiência dele. Teologicamente nós estamos fundamentados no Verbo que se torna carne, que passa por nós, que faz discípulos e que deixa uma Igreja”, diz que “[e]stá claro que o padre crê e afirma a origem divina da Igreja”. Viviane cumpriu com seu dever de ser caridosa com o padre, mas infelizmente não está tão claro assim, não! Acontece que o escorregadio sacerdote do Altíssimo usa – também nesta frase! – expressões típicas da heresia modernista – no caso, a experiência de Jesus”. Ora, se fosse um pessoa que já não tivesse nos brindado com tantas afirmações escandalosas, poderíamos presumir que não era o sentido modernista o empregado pelo padre nesta afirmação. Mas, justamente pelo contexto, é fácil presumir que ele tem em mente o sentido modernista destes termos. E no sentido modernista não é o “Jesus Cristo verdadeiro” (que eles chamam de “Jesus histórico”) que fundou a Igreja como sociedade visível e sim o “Jesus teológico” (o “Jesus fábula”, fruto das distorções e acréscimos feitos pelas reflexões “teológicas” acerca dos episódios da vida do “Jesus histórico”). Sim, o quando ele fala que “teologicamente estamos fundamentados no Verbo”, o termo “teologia” não está aí à toa. Outro indício de que é precisamente o sentido modernista das palavras que ele tem em mente é que em sua pseudo-retratação ele fala que “A expressão que usei no programa de ‘De frente com Gabi’, ‘Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja’ é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida, e está distante da proposta herética que ela já representou em outros tempos. O significado evoluiu. Como eu freqüento estes mesmos “bastidores acadêmicos” dos quais o padre fala, sei muito bem que ele está se referindo à tentativa reabilitação do modernismo iniciada pelos teólogos da Nouvelle Théologie e que hoje muitos professores de teologia consideram como um desenvolvimento legítimo que teria sido incorporado à teologia “oficial”. Eles só se esquecem – ou fingem se esquecer! – que o Papa Pio XII condenou esta tentativa de reabilitação na Encíclica Humani Generis. Não é porque ainda tem muito Zé-Corneta que compra essa ideia atualmente que ela deixa de ser herética…

Também da LIGA, temos o texto Quanto mal fazem à Igreja os padres untuosos!” – sobre o pe. Fábio de Melo e suas más colocações do Jorge Ferraz no blog Deus lo Vult. O Jorge, em seu texto, esclarece que não foi só uma heresia, mas três, contidas na declaração original. A saber: Igreja não é da vontade de Deus, há oposição entre “Igreja” e “Reino de Deus” e Igreja é criação humana. Com maestria, o Jorge mostra, através de passagens do Catecismo da Igreja Católica, como estas afirmações contrariam a Doutrina Católica. A saber: §§ 541, 567 e 766 do CIC e ainda o nº 52 do Decreto Lamentabili Sane Exitu. Outro destaque do texto do Jorge são as palavras do Papa Francisco falando contra padres como o pe. Fábio de Melo. Palavras que caem como uma luva e que eu reproduzo abaixo:

[Q]uanto mal fazem à Igreja os padres untuosos! Aqueles que colocam a sua força nas coisas artificiais, na vaidade.

Quantas vezes se ouve dizer, com dor: “Este é um padre-borboleta, porque há sempre vaidade nele”.

Se nos afastamos de Jesus Cristo, devemos compensar isto com outras atitudes… mundanas. E assim, há todas estas figuras… também o padre de negócios, o padre empreendedor…

[…]

É belo encontrar padres que deram a sua vida como sacerdotes, verdadeiramente, de quem as pessoas dizem: “Sim, tem esta característica, tem aquela… mas é um padre”. E as pessoas têm a intuição.

Em vez disso, quando as pessoas vêem os padres – para dizer uma palavra – idólatras, que em vez de terem Jesus têm os pequenos ídolos… pequenos… alguns até devotos do “deus Narciso”… Quando as pessoas vêem isto, dizem: “Coitado!”

“Padres-Borboleta”! Hehehe. Boa, Santo Padre! O vídeo está na postagem do Jorge.

Ainda de membros da Liga, temos o texto Católico: legalista ou jujuba? Escolha seu caminho do André Brandalise, com palavras muito pertinentes sobre a necessidade de os católicos verdadeiros – diante de palavras escandalosas como as do padre narcisista – assumirem corajosamente as pechas de “legalistas”, “bitolados”, “caçadores de hereges”, etc. Outro membro da Liga que “falou pouco, mas falou bonito” foi o Everth Oliveira, no Ecclesia Una, com o texto Um artista e suas artes em que ele coloca muito bem que “favo de mel é professor, escritor, cantor, compositor, apresentador de televisão e, por último, padre.

Há também uma quadrilogia de textos de uma pessoa que não é membro da Liga, mas que é ilustre na blogosfera católica. São os textos “Lembrança” é o c…, Fábio de Melo diz: “PEIDEI MAS NÃO FUI EU” ou “É HERESIA, MAS NÃO SIGNIFICA MAIS HERESIA”, Se eu pego pesado com os padres, vocês não viram ainda como Deus pega pesado… e O problema sou eu então? ou BANDOS DE FABETES HIPÓCRITAS!!! do Frei Clemente Rojão. Nestes textos, os destaques são a conclusão muito acertada de quer não cabe dizer que as palavras do pe. Melo foram “descontextualizadas”, pois no “conjunto da obra” é o tipo de coisa errada que ele fala sempre mesmo; e também para as imagens e ironias do Frei nos textos que expõem claramente o quanto a pífia tentativa de retratação do padre é falsa e ridícula.

Todas as coisas indicadas nos textos acima me fazem cada vez mais desconfiar que não há inocência nem ignorância nenhuma no pe. Melo: não é possível alguém ser tão avisado de seus erros e fazer questão de permanecer neles, tentando sempre embelezá-los sobre a maquiagem das palavras doces! Parece que ele faz de propósito, apostando que seus erros vão dar em nada, e depois arranja desculpinhas para tentar sair pela tangente. É um sacerdote que mancha a imagem do Sacerdote do Altíssimo, que foi ilustrada tantas vezes por gigantes como Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, São João Maria Vianney, São João Bosco e São Pedro Canísio.

Lamentável que, apesar da celeuma que as declarações deste indivíduo causaram outras vezes, ele insista neste mesmo erro…