Indústria do preconceito enlatado


Esta postagem é uma introdução a uma série de artigos que pretendo redigir sobre toda a questão das relações homossexuais, o suposto preconceito que as pessoas homossexuais sofrem e a relação dessas coisas com a doutrina e a moral católicas. Praticamente cada uma das afirmações do chamado Movimento Gay é uma fraude bem construída com o intuito de angariar cada vez mais poder político para este grupo. Ao contrário do que eles alegam, eles não estão interessados nos “direitos” dos homossexuais, e sim num projeto de hegemonia, de acúmulo de poder e de erradicação dos seus opositores. Por isso, nunca é demais lembrar que os ataques que forem feitos neste site de modo algum se dirigem à pessoa dos homossexuais. Todo homossexual, como pessoa humana, merece ser tratado com respeito. Sou totalmente contra qualquer violência cometida contra homossexuais por motivo de seu desvio de comportamento sexual. Feita esta vênia, que infelizmente parece obrigatória nos nossos dias, prossigamos.

O título usado neste artigo foi escolhido para mostrar que toda essa questão do “preconceito” é fabricada: nem de longe a realidade do convívio das pessoas com o comportamento homossexual é tão ruim como o movimento gay procura pintar. Eles sabem disso. E por isso, ao longo das décadas, foi necessário fabricar esta visão da sociedade. Para isso não foram poupados meios injustos e até mesmo criminosos: engenharia social, fraude metodológica, desrespeito à ordem democrática, chantagem emocional e todo tipo de artimanhas foram usados para fabricar esta imagem da sociedade como um meio de opressão a esta “classe” de indivíduos.

A história desse mascaramento da realidade começa há muitas décadas atrás, com a marxista Escola de Frankfurt, que pregava que não mais o proletariado, mas os marginalizados socialmente deveriam ser os sujeitos da revolução. Para isso, a estratégia revolucionária deveria fomentar os mais diversos tipos de ressentimentos e criar uma sociedade dividida em vários departamentos, cada um acreditando que sua infelicidade era culpa do outro.

Foi quando as idéias desta escola encontraram acolhida pela esquerda Norte-Americana, principalmente a partir do governo Kennedy, é que elas passaram de simples idéias acadêmicas a diretrizes de ação política, no conjunto de medidas que a partir daí ficou conhecido como Affirmative Action. Basta ler os teóricos da Escola de Frakfurt para ver ali descritas todas as idéias políticas que inspiram e guiam a esquerda estadunidense até hoje, e basta olhar para o discurso e as ações dos movimentos de esquerda brasileiros ou em qualquer lugar do mundo para perceber que, ironicamente (pois os movimentos de esquerda brasileiros se jactam de lutar justamente contra o “imperialismo cultural americano”), estes movimentos seguem à risca a cartilha da esquerda Norte-Americana.

Mas em que consiste a Affirmative Action? Ela é um conjunto de ações feito sob medida para amordaçar os opositores, tenham eles razões legítimas ou não, dos mencionados movimentos de esquerda. O uso da palavra preconceito para taxar qualquer crítica ao comportamento homossexual, mesmo aquelas puramente verbais, é o primeiro exemplo. Pois ao taxar qualquer crítica como preconceito, qualquer explicação, por mais elaborada, que se dê não passa de uma racionalização para o dito preconceito enraizado e transforma o crítico imediatamente numa pessoa que não pode ser convencida racionalmente, que deve tão somente ser coagida. Mas nunca nenhuma razão legítima foi apresentada para essa taxação. Simplesmente se age assim, e a própria ação se torna o argumento. Essa é a Affirmative Action!

Outro belo exemplo de Affirmative Action, este mais atual e mais local, é a tentativa de introduzir o chamado Kit Gay no material didático das aulas de educação sexual das escolas públicas. O discurso diz que o material procura ensinar “apenas a tolerância”. Mas na prática seu efeito é uma sexualização precoce e o despertar nas crianças, que ainda não tem seu senso crítico formado e não podem se proteger de uma influência indevida dos seus educadores, de uma curiosidade que invariavelmente vai levá-las à práticas homossexuais. Se trata de Affirmative Action porque o discurso dos movimentos que buscam a inserção do Kit Gay nas escolas diz que se opôr a esta inserção é o mesmo que se opôr a que nas escolas se ensine a tolerância e a igualdade, transformando automaticamente pais preocupados com o que se ensina aos seus filhos em defensores da violência.

Nos próximos artigos desta série, vou procurar ir mais fundo em cada uma das estratégias sujas do movimento gay para fabricar a “sociedade opressora”           na medida certa para assustar os cidadãos, deixando-os dóceis a qualquer medida que prometa acabar com essa opressão. Mas o que essas coisas têm a ver com a moral cristã? É simples: a moral católica é o principal empecilho para a aplicação destas políticas, já que para ela o homossexualismo é pecado e já que ela defende que matrimônio é apenas aquele que acontece de acordo com a lei natural. Logo ela está no caminho dos grupos esquerdistas em sua busca por poder. Então, do ponto de vista cristão, a affirmative Action é uma tentativa de fazer os cristão se sentirem culpados e envergonhados de defenderem os mesmos valores que eles sempre defenderam e que construíram nossa civilização. Assim mostraremos que é a moral cristã que está com a razão quando previne seus seguidores contra o pecado e contra leis feitas para promover a iniqüidade.

2 opiniões sobre “Indústria do preconceito enlatado

    • Prezado Roberto, Viva Cristo Rei!

      Seja bem-vindo ao Campo de Batalha!

      Me desculpe a franqueza, mas suas perguntas são típicas de pessoas que gostam de se fazer de vítima e são clara demonstração de tudo o que eu disse no artigo. Pois em nenhum lugar do artigo ou do site inteiro você verá nenhuma dessas acusações que você questiona serem ofensivas. Você levantou elas por conta própria.

      Quanto à primeira pergunta, é verdade que um pessoa não é necessariamente promíscua só pelo fato de ser homossexual. Há homossexuais que se atêm a um único parceiro por longos períodos de tempo. Mas isso não é problema meu. Não fui eu que fiz a acusação.

      Quanto à segunda pergunta, é evidente que a atração por um sexo quase sempre implica na repulsa pelos mesmos atos se fossem feito com o outro sexo. Um homem que gosta de mulheres quase sempre sente repulsa com a possibilidade de realizar os mesmos atos com outro homem. Isso é da natureza, não há nada de errado nisso. Você pode se sentir ofendido com isso, mas é só um capricho tirânico de querer que todos achem lindo tudo o que você faz. É claro que você tem o direito de não concordar com alguém que diz que os atos ou os desejos homossexuais são nojentos. Mas a pessoa que acha tal coisa tem tanto direito quanto você. Você tem todo o direito de pedir que a pessoa não expresse essa repulsa na sua presença ou, se isso não funcionar, tem todo o direito de deixar de conviver com essa pessoa. O que não pode é você querer jogar essa pessoa na cadeia por “homofobia” só porque ela expressa uma repulsa que é totalmente natural e legítima. De qualquer modo, também não é problema meu. Não fui eu que fiz a segunda acusação também.

      Sempre que quiser debater civilizada e racionalmente, sem chantagens emocionais, sua opinião será muito bem-vinda aqui no site. Portanto, volte se e quando quiser.

      Pax et Bonum

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