Mais sobre “homofobia”

No meu outro artigo sobre “homofobia” demonstrei que o uso desta palavra, apesar de bem difundido principalmente pela imprensa e pelo show business (novelas, cinema, etc.), era uma grande estupidez que poderia esconder, além disso, má fé e terrorismo político. As questões continuam sem resposta: Como é que uma classe que se diz intelectual pode se sujeitar a uma estratégia política tão obscura quanto o movimento gay? Como podem se valer de uma palavra tão vaga e ambígua para julgar e condenar pessoas? Como podem apoiar o uso deste termo que é totalmente contra a liberdade de expressão e pensamento, sem contar a liberdade religiosa, grantida pela constituição?

Parece não ter sido o bastante demonstrar com provas racionais bem simples essa denúncia. Então eu trago aqui três artigos de pensadores bem mais robustos do que eu, com argumentos bem mais pesados e complexos, para reforçar minha denúncia que parece ainda não ter penetrado em alguns corações de pedra!

O primeiro é o texto do Reinaldo Azevedo Não somos homofóbicos, em que o Tio Rei mostra com segurança que o único argumento que o movimento gay tem para mostrar que “o Brasil é um país ‘homofóbico'” é… a reclamação do próprio movimento gay de que “o Brasil é um país ‘homofóbico'”! Acompanhem o relato do texto e o raciocínio do Reinaldo Azevedo e vocês verão que, descontadas as aparências, o único fundamento que resta é a reclamação da militância gay.

O segundo texto é o do Sidney Silveira O ‘pecado’ de homofobia: a sociedade cristã em decúbito ventral, que está totalmente de acordo com vários argumentos que eu utilizei no meu outro artigo sobre “homofobia”, mas com a vantagem de que estes argumentos são precedidos de uma exposição científica sobre a questão do pecado do homossexualismo. O texto reforça a meu argumento de que fobia não pode ser crime, e de que taxar de “homofobia” qualquer crítica ao modo de vida homossexual é um ataque a liberdade de expressão mesma.

O terceiro texto é A farsa da propaganda homofóbica e o risco da apologia pedófila, publicado no site do movimento #EuSouHetero – que tem sido um dos bastiões do Brasil na luta contra a ditadura gayretirado do Jornal Correio de Sergipe. Neste artigo há um exemplo das fraudes cometidas para justificar a aplicação de verbas públicas em programas de assistência aos homossexuais, além de um alerta ao risco de se estar apoiando a apologia à pedofilia ao se apoiar o movimento gay. A denúncia está fundamentada justamente em um texto de autoria de Luiz Mott, um dos maiores (se não o maior!) ativistas gays do Brasil.

Para terminar fica aqui um apelo: Essa história de “homofobia” não existe! Propaganda mentirosa, terrorismo ideológico, chantagem emocional e fraude política não fazem a verdade! Aceitar debater “homofobia” é uma burrice, é jogar o jogo pelas regras inventadas por quem quer vencê-lo injustamente!

Não dêem munição ao adversário!!!

3 opiniões sobre “Mais sobre “homofobia”

  1. Isso mesmo. No dia em que me manifestei na Central do Brasil contra o “Rio Sem Homofobia” do Sérgio Cabral, comentei com meus colegas de trabalho que enquanto a sociedade continuar aceitando o homossexualismo como uma “opção válida”, os gays continuarão avançando com sua agenda maldita.

    Novamente afirmo que é tempo de honestidade, por parte dos que estão do lado oposto do homossexualismo. Por exemplo: enquanto considerarem que “homem com homem” é asqueroso, mas “mulher com mulher” é excitante, a opinião contrária ao gayzismo será descredibilizada.

    Temos também que garantir a manutenção dos esforços em desmascarar os políticos que p/se eleger, buscaram apoio dos religiosos nas últimas campanhas, e hoje só fazem apoiar o movimento gay, o aborto, e toda sorte de ofensas à moral, como o Dep. Chico Alencar.

  2. O que me choca é a parte dos hossexuais adotarem crianças.
    Eu fico pensando como será a cabeça destas crianças.
    Eu penso que estamos na imperfeição humana e através da ciência já foi compravado que um cérebro de um gay em uma determinada parte tem um desenvolvimento mais para um cérebro feminino.
    E também segundo os cientistas o fato do homem ser gerado no útero feminino recebe muitos hormónios femininos e devido a isto a sexualidade contrária, começa dentro do útero (segundo revista de ciências que já li..super interessante).
    Pois bem sabendo disto, estando hoje nós em uma era cientificamente avançada penso que estas pessoas deveriam procurar a mecicina para a reposição hormonal ou outro procedimento medicinais.
    Mas não, a humanidade vai pelo caminho mais fácil assumir a opção sexual do indívido.
    Contrariando o modelo da criação divina.
    Que a meu ver está se tornando algo sem limites…loucura.
    Me assusta as escolas.
    Eu penso que ninguém pode ofender os homossexuais com palavras e ofensas físicas.
    Ninguém tem este direito.
    Mas as autoridades querer nos impor tais uniões é terrível CASAMENTO.
    Está tudo muito louco mas para mim a maior loucura é a ADOÇÃO DE CRIANÇAS POR CASAIS GAY.
    Isto tem que ser revisto.

    • Sim, IUNES.
      Atualmente os pró-gays estão focando muito nas crianças, por estarem ainda em tempo de formação de caráter, e serem muito suscetíveis à manipulações de todo o tipo.
      É como recrutar um exército (ainda que a longo prazo).
      Adotar crianças é uma forma de reforçar o conceito deturpado de família que eles professam.

      No mais, todo ser humano em desenvolvimento (especialmente psicológico) precisa das figuras masculina e feminina, em seus devidos lugares, com seus devidos valores, sem deformação.
      É uma violência mental muito grande submeter uma criança a um ambiente essencialmente homossexual. Isto é privá-la de vivenciar a natureza e a verdade da dignidade humana.

      Em verdade as pessoas mais centradas, mais embuídas de um espírito de respeito, mansas de coração, não ofendem ou agridem NINGUÉM nem verbalmente nem fisicamente, homossexuais inclusos.. Agressões são artifícios de pessoas intolerantes, violentas. Ocorre que na propaganda gay que os coloca como vítimas, a mera oposição de pensamento e opinião é chamada de agressão ou ofensa.

      A movimentação da militância gay está fortalecida pela mídia. Mas não está lá ganhando tão facilmente seus vis intentos. Há de ser feita a contrapropaganda, revelando à sociedade de bem todos os riscos que correm com iniciativas como o PL122, o PNDH-3, o abuso moral e (este sim) de direitos que é o kit-gay, e tudo o mais que a intolerância e abusiva agenda gay quer promover.

      Mais detalhes na tag “gay” do meu blog.

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