Uniões homossexuais e o 4º Mandamento

A discussão sobre o homossexualismo foi reavivada recentemente com o caso da Argentina, cujo Senado Federal aprovou, na madrugada de 15 de Julho último, uma lei que finge que as uniões entre homossexuais são iguais a um casamento de verdade.

Muito me espanta que os cristãos ainda hoje, com toda a informação que temos à disposição, não saibam o que pensar e como agir em relação a isso. Ou pior: que acabem ficando do lado errado, contra a Igreja e contra a posição que Ela tradicionalmente assume em relação a este assunto e da qual ela não pode – ela não tem poder para isso – se afastar.

Hoje eu não vou entrar no mérito da licitude moral do homossexualismo. Trato aqui tão somente da questão do absurdo de se querer igualar o “amigamento” de uma dupla homossexual ao matrimônio verdadeiro.

A Igreja nos ensina que o 4º Mandamento da Lei de Deus (Honrar Pai e Mãe) nos manda não só respeitar os nossos pais, como a própria realidade da paternidade, isto é, a família e o fim a que ela se destina. Conforme podemos ler no Catecismo: “De inicio, pois, devemos explicar a natureza e as propriedades do Matrimônio. Uma vez que os vícios costumam disfarçar-se em aparências de virtude, é preciso tomar precauções, para que os fiéis não se iludam com simulacros de casamento, e não manchem a alma com torpezas e excessos pecaminosos.” (Catecismo Romano, Parte II, Capítulo 8º, §3); Também: 2209. A família deve ser ajudada e defendida por medidas sociais apropriadas. Nos casos em que as famílias não estiverem em condições de cumprir as suas funções, os outros corpos sociais têm o dever de as ajudar e de amparar a instituição familiar. Mas, segundo o princípio da subsidiariedade, as comunidades mais vastas abster-se-ão de lhe usurpar as suas prerrogativas ou de se imiscuir na sua vida. / 2210. A importância da família na vida e no bem-estar da sociedade (7) implica uma responsabilidade particular desta no apoio e fortalecimento do matrimónio e da família. A autoridade civil deve considerar como seu grave dever «reconhecer e proteger a verdadeira natureza do matrimónio e da família, defender a moralidade pública e favorecer a prosperidade doméstica» (8).” (Catecismo da Igreja Católica); A teologia moral explica este ensinamento da Igreja argumentando que: “A família não deve a nenhuma lei civil o direito à sua existência, nem o direito aos filhos e à educação dos mesmos; ela é perfeitamente livre na consecução de seus fins naturais. / O seu direito natural é superior e anterior ao do Estado, embora, para alcançar certos importantíssimos fins da vida social terrena e sobrenatural não baste a si mesma” (DEL GRECO, Teodoro da Torre, OFM. Cap. Teologia Moral, P. 211) Ou seja, o fim com o qual Deus criou a família é tão excelente que isto confere uma dignidade a ela que é desrespeitada quando se tenta igualá-la com qualquer outro tipo de união. Dizer o que é casamento e o que não é, é um direito que o Estado não tem e nem pode ter!

Portanto, caríssimos, toda a discussão sobre “se os componentes da dupla homossexual se amam de verdade”, “se eles são capazes de educar bem as crianças que adotarem”, “se os homossexuais sofrem preconceito”, é totalmente secundária, e só serve para tirar o foco do real problema no que toca a postura da Santa Igreja de Deus. A união homossexual, apesar de todos os enfeites retóricos que a militância queira pendurar nela, nunca será um casamento, nunca será uma família, pois dela estão ausentes todos os elementos que dão dignidade à mesma instituição familiar.

3 opiniões sobre “Uniões homossexuais e o 4º Mandamento

  1. O que todo cristão deve saber sobre homossexualidade
    “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!” (João, 8:32)
    1) Não há, na Bíblia, nenhuma só vez as palavras homossexual, lésbica ou homossexualidade. Todas as Bíblias que empregam estas expressões estão erradas e mal traduzidas. A palavra homossexual só foi criada em 1869, reunindo duas raízes lingüísticas: Homo (do Grego, significando “igual”) e Sexual (do latim). Portanto, como a Bíblia foi escrita entre 2 e 4 mil anos atrás, não poderiam os escritores sagrados terem usado uma palavra inventada só no século passado. Elementar, irmão!
    2) A prática do amor entre pessoas do mesmo gênero, porém, é muito mais antiga que a própria Bíblia. Há documentos egípcios de 500 anos antes de Abraão, que revelam práticas homossexuais não somente entre os homens, mas também entre Deuses Horus e Seth. Segundo o poeta e escritor Goethe, “a homossexualidade é tão antiga quanto a humanidade”. Certamente, cada tempo com sua experiência singular, mas com o mesmo direcionar de desejo: o igual.
    3) No antigo Oriente, a homossexualidade foi muito praticada. Entre os Hititas, povo vizinho e inimigo de Israel, havia mesmo uma lei autorizando o casamento entre homens (1.400 antes de Cristo). Como explicar, então, que, entre as abominações do Levítico, apareça esta condenação: “O homem que dormir com outro homem como se fosse mulher, comete uma abominação, ambos serão réus de morte” (Levítico, 18:22 e 20:12). Segundo os Exegetas (estudiosos das escrituras sagradas), fazia parte da tradição de inúmeras religiões de localidades circunvizinhas à Israel, a prática de rituais homoeróticos, de modo que esta condenação visa fundamentalmente afastar a ameaça daqueles rituais idolátricos e não a homossexualidade em si. Prova disto é que estes versículos condenam apenas a homossexualidade masculina: teria Deus Todo Poderoso se esquecido das lésbicas ou, para Javé, a homossexualidade feminina não era pecado? Considerando que, do imenso número de leis do Pentateuco, apenas duas vezes há referência à homossexualidade (e só à masculina), concluem os exegetas que a supervalorização que os cristãos conferem a este versículos é sintoma claro e evidente de intolerância machista de nossa sociedade, um entulho histórico, e não um desígnio eterno de Javé, do mesmo modo que inúmeras outras abominações do Levítico, como os tabus alimentares (por exemplo, comer carne de porco) e os tabus relativos ao esperma e ao sangue menstrual, hoje completamente abandonadas e esquecidas. Por que católicos e protestantes conservam somente a negação contra a homossexualidade, enquanto abandonaram dezenas de outras proibições decretadas pelo mesmo Senhor?. Intolerância machista e ignorância que Freud explica!
    4) Se a homossexualidade fosse prática tão condenável, como justificar a indiscutível relação homossexual existente entre David e Jônatas?! Eis a declaração do salmista para seu bem-amado: “Tua amizade me era mais maravilhosa do que o amor das mulheres. Tu me eras deliciosamente querido!” (II Samuel, 1:26). Alguns crentes argumentarão que se tratava apenas de um amor espiritual, ágape. Preconceito primário, pois só as coisas materiais são referidas com a expressão “delicioso”, e não resta a sobra da menor dúvida que David, em sua juventude, foi adepto do “amor que não ousava dizer o nome”. Não foi gratuitamente que o maior escultor de nossa civilização, Miguel Ângelo, ele próprio, também homossexual, escolheu o jovem Davi, nu, como modelo de sua famosa escultura de Florença, na Itália. Negar o amor homossexual entre estes dois importantes personagens bíblicos (“amizade mais maravilhosa que o amor (Eros) das mulheres”) é negar a própria evidência dos fatos. “Tendo olhos, não vedes? E tendo ouvido, não ouvis?!” (Marcos, 8:18).
    5) Pelo visto, embora o Levítico fosse extremamente severo contra a prática da cópula anal (determinando igualmente a pena de morte contra o adultério e o bestialismo), outros livros sagrados revelam maior tolerância face ao homoerotismo. O Eclesiastes ensina: “É melhor viverem dois homens juntos do que separados. Se os dois dormirem juntos na mesma cama se aquecerão melhor” (4:11). Num país quente como a Judéia, o interesse em dormir junto só podia ser mesmo erótico. Portanto, na teoria o Levítico era uma coisa e a prática, desde os tempos bíblicos, parece ter sido outra. “Deus nos fez ministros da nova aliança, não a da letra e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica.” (II Coríntios, 3:6)
    6) A destruição de Sodoma e Gomorra? Indagarão alguns. Oferecemos três informações fundamentais e cientificamente comprovadas que, em geral, são propositadamente escondidas e desconhecidas pelos cristãos: 1) não há evidência histórica ou arqueológica que confirme a real existência dessas cidades; 2) este relato é obra dos “Javistas” (escritores bíblicos do século X a.C.), que se apropriaram de relatos mitológicos de outros povos anteriores aos judeus; 3) a própria destruição da suposta intenção homoerótica dos habitantes de Sodoma em relação aos três visitantes de Abraão (anjos ou homens?) apresenta dificuldades sérias de interpretação, pois quando os habitantes de Sodoma declararam desejar conhecer os visitantes, maliciosamente se interpretou o verbo “conhecer” como sinônimo de “ato sexual”. Segundo os exegetas, das 943 vezes que aparece esta palavra no Antigo Testamento (“yadac” em hebraico), em apenas 10 ela tem significado heterossexual – nenhuma vez o sentido homossexual. A associação do pecado dos “sodomitas e gorromitas” com a homossexualidade é um grave erro histórico, que tem sua oficialização pela igreja católica apenas na Idade Média, a “idade das trevas”.
    7) A própria Bíblia e o filho de Deus nos dão a chave para corrigir esta maliciosa identificação de Sodoma e Gomorra com a homossexualidade. Segundo os mais respeitados estudiosos das Sagradas Escrituras, o pecado de Sodoma é a injustiça e a anti-hospitalidade, nunca a violação homossexual. Prova disto, é que todos os textos que aludem à Sodoma no Antigo Testamento atribuem sua destruição a outros pecados e não ao “homossexualismo”: falta de justiça (Isaías, 1:10 e 3:9), adultério, mentira e falta de arrependimento (Jeremias, 23:14); orgulho, intemperança na comida, ociosidade e “por não ajudar o pobre e indigente” (Ezequiel, 16:49); insensatez, insolência e falta de hospitalidade (Sabedoria, 10:8; 19;14; Eclesiástico, 16:8). No Novo Testamento, não há qualquer ligação da destruição de Sodoma com a sexualidade e, muito menos, com a homossexualidade (Mateus,10:14; Lucas, 10:12 e 17:29). Só nos livros neotestamentários tardios de Judas e Pedro, é que aparece em toda a Bíblia alguma conexão entre Sodoma e a sexualidade (Judas, 6:7, Pedro, 2:4 e 6;10). Mesmo aí, inexiste relação com o “homoerotismo”.
    Dirão, agora, os crentes mais intolerantes: e as condenações de São Paulo aos homossexuais? Autoridades exegetas protestantes e católicas – como Mcneill, Thevenot, Noth, Kosnik, e muitos outros -, ao examinarem, cuidadosamente, na língua original, os textos das Epístolas aos Romanos 1:2, I Coríntios 6:9, Colosences 3:5 e I Timóteo 1:10, concluíram que, até agora, os cristãos têm dado uma interpretação errada a estas passagens. Quando Paulo diz que certas categorias de pecadores não entrarão no Reino dos Céus – ao lado dos adúlteros, bêbados, ladrões etc… – muitas Bíblias incluem nesta lista os “efeminados” e “homossexuais”. Logo de início, há uma condenação injusta, pois muitos efeminados (como muitas mulheres masculinizadas no comportamento) não são necessariamente homossexuais. As mais modernas e abalizadas pesquisas exegéticas concluem que, se Paulo de Tarso quisesse condenar especificamente os praticantes do homoerotismo, teria empregado o termo corrente em sua época e de seu perfeito conhecimento, “pederastas”. Em vez desta palavra, Paulo usou as expressões gregas “malakoi”, “arsenokoitai” e “pornoi” – que as melhores edições da Bíblia em português traduzem por “pervetores”, “pervertidos” e “imorais”. Portanto, foram estes pecadores que Paulo incluiu na lista dos afastados do Reino dos Céus, e não os “pederastas”, e muito menos os “homossexuais”, palavra desconhecida na Antigüidade. Segundo os historiadores, vivendo São Paulo numa época de grande licenciosidade sexual – tempo de Calígula, Nero e de Satiricon -, esperando o próximo retorno do Cristo e o fim do mundo, ele condenou, sim, os excessos e abusos sexuais dos povos vizinhos, mas nunca o amor inocente e recíproco, tal qual o de David e Jônatas. Há teólogos protestantes que chegam a diagnosticar Paulo de Tarso como homossexual latente (alusão feita por ele próprio ao misterioso “espinho na carne” que tanto o preocupava, além de sua manifesta e cruel “misoginia” ou ódio às mulheres). E, se a condenação paulina inclui também os bêbados, corruptos, caluniadores, por que atirar tanta pedra somente nos homossexuais? Também aqui, Freud explica! E tem mais: o próprio Filho de Deus disse que “há eunucos que assim nasceram desde o seio de suas mães” (Mateus 19:12), ensinando, num sentido figurado, que faz parte dos planos do Criador que alguns homens tenham uma sexualidade não reprodutora biologicamente. Todos somos imagem de Deus!
    9) O maior argumento para se comprovar que as Escrituras Sagradas não condenam o amor entre pessoas do mesmo gênero, é o fato de Jesus Cristo nunca ter falado nenhuma palavra contra os homossexuais! Se o “homossexualismo” fosse uma coisa tão abominável, certamente o Filho de Deus teria incluído esse tema em sua mensagem. O que Jesus condenou, sim, foi a dureza de coração, a intolerância dos fariseus hipócritas, a crueldade daqueles que dizem Senhor, Senhor!, mas esquecem da caridade e do respeito aos outros (Mateus, 7:21). E foi o próprio Messias quem deu o exemplo de tolerância em relação aos “desviados”, andando e comendo com prostitutas, pecadores e publicanos. E tem mais: Jesus Cristo mostrou-se particularmente aberto à homossexualidade, revelando carinhosa predileção por João Evangelista, “o discípulo que Jesus amava”, o qual, na última Ceia, esteve delicadamente recostado no peito do Divino Mestre. Há teólogos que chegam a sugerir que Jesus era homossexual, pois além de nunca ter condenado o homoerotismo, conviveu predominantemente com companheiros do seu próprio gênero, manifestou particular predileção pelo adolescente João e nunca se casou, além de revelar muita sensibilidade com as crianças e com os lírios do campo, comportamentos muito mais comuns entre homossexuais do que entre machões. O ensinamento do discípulo que Jesus amava não podia ser mais claro: “Filhinhos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e tudo o que é amor é nascido de Deus e conhece a Deus” (I João, 4:4).
    10) A Bíblia é um livro muito antigo, repleto de imagens simbólicas, parábolas e figurações. Interpretar as Escrituras ao pé da letra é ignorância, fanatismo e até pecado, pois o próprio Filho de Deus garantiu: “Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora.
    Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á a verdade” (João, 16:12).
    Do mesmo modo como Galileu ensinou-nos a verdade a respeito da Astronomia, corrigindo a Bíblia e opondo-se à crença dos cristãos de sua época, assim também hoje todos os ramos da Ciência garantem que a homossexualidade é um comportamento normal, saudável e tão digno moralmente como a orientação sexual da maioria das pessoas. Negar esta evidência científica é repetir a mesma ignorância intolerante do Papa que condenou Galileu. Não devemos temer a verdade que liberta, pois o próprio Jesus nos mandou imitar “o escriba instruído nas coisas do Reino dos Céus, que como um pai de família, tira de seu tesouro coisas novas e velhas” (Mateus, 13:52). Mesmo que o Papa ou os pastores continuem a negar os direitos humanos dos gays e lésbicas, mesmo que cristãos ignorantes continuem a repetir as ultrapassadas abominações do Velho Testamento, para os verdadeiros crentes o que vale é o exemplo do Filho de Deus, Jesus Cristo, que nunca condenou a prática da homossexualidade. “E conhecereis a verdade, a verdade vos libertará!” (João, 8:32).
    Fonte: GGB

    • Prezado (a) “bprj”, Laudetur Dominus!

      Seja bem-vindo (a) ao Battle Site!

      Com todo o respeito que for possível, sua mensagem deveria se chamar “O que todo cristão deve saber sobre ignorância“, pois informar é tudo o que ela não faz.

      1) Esse argumento de que “tal palavra não existe” é o argumento mais perneta que eu já vi. E olha que eu vejo os “evangélicos” usando ele muitas vezes! Milhões de palavras foram criadas depois de a Bíblia escrita, e muitas já existiam na ápoca, mas também não foram escritas nela. Isso não quer dizer que, baseado na Bíblia, não se possa ter um juízo sobre as palavras que não estão nelas. A imprensa e a internet só foram criadas muito depois da bíblia, e nem por isso se diz que não se pode usá-los para propagar a mensagem cristã. A própria palavra Bíblia só foi usada muito depois dela mesma! Elementar irmão!

      2) Antigüidade também não é argumento. O assassinato é mais antigo ainda que o homossexualismo e nem por isso ele é legítimo.

      3) Rá! Você usa apenas um versículo do levítico e as opiniões de supostos exegetas para afirmar que a condenação ao homossexualismo é sintoma de intolerância machista! Pelo que sei, seu misteriosos exegetas poderiam ser muito bem homossexuais, e sua exegese “efeminada” poderia muito bem ser sintoma de uma defesa apaixonada do seu homossexualismo. Especulações infundadas sobre o estado psicológico do adversário também não são argumentos. Na verdade são pura apelação! Quanto a só ter uma passagem (ou duas) de Letvítico condenando a prática homossexual, está errado. Paulo apóstolo é claro em sua teologia contra estes casos, dizendo que é na verdade uma violação da sacralidade do corpo e não de paganismo (conferir Rm I: 26-27), e diz que os efeminados estão entre outros tipos pecadores que “não herdarão o Reino dos Céus” (conferir I Cor VI: 9-10). Além do mais, qualquer relação sexual que aconteça fora de uma união legítima entre homem e mulher, tendo como fim o estabelecimento de uma família, é chamado inúmeras vezes de “prostituição” e “adultério”, e essas coisas sãi igualmente condenadas.

      4) A relação homossexual entre Davi e Jônatas só “indiscutível” para quem foi condicionado a pensar desta maneira. Se é fácil imaginar que o que existia entre ele não era simplesmente um amizade muito forte, é igualmente fácil imaginar que não se tratava também de uma relação homossexual. Se pode haver condicionamento de um lado, pode haver de outro. Um dos grandes problemas da propaganda homossexual é limitar o homem a seus desejos carnais, não considerando que uma amizade pode ser melhor do que o amor das mulheres por milhares de outras razões! O fato de Michelângelo ter escolhido Davi como modelo, não prova nada. Eu posso pintar um retrato seu dizendo que você é o modelo dos ladrões de carros, que isso não fará você ser de verdade um ladrão de carros.

      5) Meu amigo(a): quanta ignorância! A Judeia pode ser um país muito quente de dia! Mas é comum que regiões desérticas, ou próximas a elas sejam muito quentes e de dia e igualmente muito frias à noite! E que eu saiba, as pessoas costumam dormir à noite, não?

      6) Não sei nada sobre Sodoma e Gomorra e estes misteriosos estudos exegéticos aos quais você se refere como se fossem autoridade sagrada. E não me importa nem um pouco. A Bíblia deve ser lida como um conjunto articulado, e o resto das passagens desfavoráveis a esta prática já são objetivamente suficientes para a sua condenação.

      7) Não sei porque esse artigo pula do 7 para o 9, mas como não estamos dicutindo Sodoma e Gomorra, não importa de qualquer jeito.

      9) De fato, na Bíblia não está escrito que nosso Senhor tenha falado diretamente sobre homoerotismo. Mas: primeiro, nem tudo o que Nosso Senhor disse ou fez está na Bíblia (conferir Jo XXI: 25), portanto isso é uma coisa que você sinceramente não tem como saber; segundo, Nosso Senhor falou suficientemente sobre relações fora da união legítima entre homem e mulher, e as condenou suficientemente. “Tendo olhos, não vedes? E tendo ouvido, não ouvis?!” (Marcos, VIII: 18)

      Na verdade, não era nem mesmo para eu aceitar este comentário e comentá-lo, pois como eu disse no início do meu artigo, não estou tratando aqui da licitude do homossexualismo, e sim do absurdo de querer igualar as uniões homoeróticas (como você prefira) com a família legítima (pai, mãe, filhos). Mas essa mensagem está aqui respondida para que os demais leitores vejam que tipo de expediente a militância gay usa para buscar confundir. Além do mais, quem tem segurança na sua posição usa explicitamente seu próprio nome e só dá “ctrl+c / ctrl+v” quando é de extrema necessidade, pois sabe muito bem o que dizer sem copiar artigos capengas, longos e entediantes dos outros.

      Pax et Salutis

  2. CONCORDO COM O QUE MEU AMIGO RELATOU ANTES DE MIM…
    SOU CRISTÃ E NÃO CONCORDO COM A UNIÃO DE PESSOAS DO MESMO SEXO.
    ISSO NÃO QUER DIZER QUE NÓS EVANGELICOS TEMOS PRECONCEITO COM PESSOAS HOMOSSEXUAIS,NAO! NÓS AMAMOS COM O AMOR QUE CRISTO NOS ENSINOU, MAS NÃO CONCORDAMOS COM O ATO EM SI QUE PERANTE A PALVRA DO SENHOR É PECADO.AINDA QUE AS LEIS SEJAM APROVADAS EU CONCORDANDO OU NÃO…A PALAVRA DE DEUS NUNCA VAI MUDAR! NÃO SOMOS ULTRAPASSADOS, A BIBLIA DIZ:” PODE PASSAR CÉUS E TERRA , MAS AS MINHAS PALAVRAS NÃO PASSARÃO.”NÓS APENAS NÃO ABRIMOS MÃO DO QUE A PALAVRA DO SENHOR ENSINA, SEJA BIBLIA DE CRENTES OU CATOLICOS.ABRAÇOS A TODOS VCS NO AMOR DE CRISTO JESUS.

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